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Os 10 termos de saúde mais procurados no Google


Em todo o planeta, a Internet possibilitou que as pessoas tenham acesso a um hospital 24 horas, sem a burocracia e os atropelos da vida diária, recorrendo aos conhecimentos do Dr. Google a fim de sanar suas dúvidas e aflições. As pesquisas relacionadas à saúde requerem informações básicas e aprofundadas acerca das doenças, seus sintomas e tratamentos, correspondendo a 5% do volume do maior site de buscas do mundo.


Segundo a plataforma DeepAdvantage, o Google calcula uma média de 60 mil pesquisas por segundo, processando 167 bilhões de buscas todo mês, ultrapassando 2 trilhões de pesquisas por ano. No Brasil, conforme revelaram os dados da pesquisa encomendada pela seguradora Bupa ao Instituto Ipsos e à London School of Economic, oito em cada 10 pessoas recorrem à internet para pedir socorro para si, familiares e amigos. Têm o Dr. Google como oráculo certeiro para detalhar as enfermidades e explicar o efeito dos medicamentos.


Na rede mundial dos computadores, as buscas dos brasileiros apresentam alguns números importantes: 68% estão relacionadas com os remédios, 45% referem-se a unidades hospitalares e 41% que pretendem conhecer as experiências de outros pacientes.


Top 10 das doenças mais buscadas


Confira, abaixo, as enfermidades cujas informações são mais procuradas pelos pacientes.


1. Dor


2. Câncer


3. Acne


4. Diabetes


5. Dor de cabeça


6. Coceira


7. Alergia


8. Diarreia


9. Tosse


10. Febre


Google e Einstein lançaram parceria para resultados de busca sobre saúde


No Brasil, preocupados com as escassas garantias de credibilidade e qualidade do conteúdo sobre saúde (doenças, sintomas, medicação e tratamento) disponibilizado na Internet, o Hospital Israelita Albert Einstein e o Google lançaram em março de 2016 um novo serviço para atender aos usuários através de quadros com informações de saúde devidamente revisados pela instituição médica.


Estes quadros estrearam nos Estados Unidos em setembro de 2015, ganhando sua versão em espanhol em fevereiro de 2016.



Internet é válida, mas sem jamais substituir a consulta com o médico.


Além dos riscos que podem provocar a automedicação e o autodiagnóstico, os médicos estão atentos aos tratamentos e procedimentos veiculados na Internet, sem que exista uma fonte confiável para referendar as informações. As verdades virtuais sem o devido amparo científico ameaçam tanto quanto as crendices e as receitas milagrosas. Para os médicos, continua valendo a máxima recomendação de que a consulta na Internet é válida, sem jamais substituir a consulta com o médico.


O Google não é um concorrente


O Dr. Google não pode ser visto pelo profissional como um concorrente. Se o paciente entra em seu consultório municiado por informações que recebeu pela internet, o médico deve ouvi-lo e esclarecer todas as suas dúvidas. O primeiro ponto é saber a origem das informações, se são de um site confiável, como no caso do Google em parceria com o Albert Einstein.


Alertar o paciente para checar a veracidade do que leu é importante, sobretudo destacando os riscos de se acreditar cegamente em algo que poderá gerar efeitos desastrosos para sua saúde. A troca de informações, de forma transparente, somente fortalecerá o relacionamento médico-paciente.




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