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8 dicas de como utilizar o computador durante a consulta


O uso de um bom software de gestão tornou-se indispensável para que uma clínica/consultório ofereça aos pacientes o máximo desempenho. Ao adotar um prontuário digital, os profissionais do estabelecimento passaram a ter um ganho de tempo, podendo assim proporcionar uma melhor qualidade no atendimento.


Estes são fatores que estão diretamente ligados à manutenção e ao crescimento do seu empreendimento, que deve ser visto como qualquer outro para sobreviver em um mercado altamente competitivo. Todavia, se tempo representa dinheiro, é importante destacar que você precisa estar atento ao fator humano, pois a atenção principal durante uma consulta deve estar centralizada no paciente.


1- Olhe nos olhos do paciente


O atendimento humano permanece acima de qualquer evolução tecnológica. A partir do instante em que o paciente entrou em seu consultório, esteja atento a tudo que ele relatar, com disponibilidade e paciência. Lembre-se de que ele está procurando ajuda e necessita da sua confiança e dos seus conhecimentos científicos. Portanto, esqueça o relógio e, durante o tempo em que ele estiver relatando suas queixas, não olhe para a tela do computador. Olhe nos olhos do paciente, estimule-o a falar, faça perguntas e deixe-o falar.


2- Passe confiança


É com esta atitude, sendo didático e demonstrando interesse em ajudá-lo, que você conquistará a sua confiança, a fim de obter sua efetiva colaboração para o sucesso do tratamento. Com este relacionamento médico-paciente em curso, você estará indo além da simples anamnese. A humanização do atendimento faz com que você se distancie do risco da automatização das consultas, que se avolumam com o decorrer dos dias.


3- Momento certo de usar o computador


Somente depois desta interação é que você necessita, realmente, repassar para o computador as informações que julgar necessárias, além de preencher prescrições, atestados, guias de exames e formulários de internação. O que poderá ser realizado de forma simples e ágil, bastando dispor de um software de gestão de consultórios e clínicas eficiente.


4- Use a tecnologia sem medo


Muitos médicos ainda temem a “interferência” do trabalho do computador em seu trabalho. Entretanto, isto não deve ser motivo para nenhuma angústia, uma vez que basta utilizá-lo da forma correta, pois a tecnologia disponível visa beneficiar tanto o médico quanto o paciente. E não é nenhum bicho de sete cabeças.


5- Deixe o paciente ver a tela do computador


Uma boa forma de estimular o relacionamento do médico com o paciente é permitir que este consiga ver a tela do computador. Assim, confirmará que você está realmente trabalhando com os dados da consulta, e não navegando na internet, checando mensagens de e-mails e redes sociais, enquanto o paciente faz um relato de suas inquietações.


6- Mantenha a atenção no paciente


No momento em que você se dedica a repassar para o computador os dados da consulta, ou for prescrever uma receita, converse com o paciente e explique tudo. Pergunte se entendeu direitinho ou se ainda tem alguma dúvida, sem se preocupar com o tempo. Isto demonstra o seu interesse por ele, que reconhecerá sua dedicação e simpatia, o seu real interesse em ajudá-lo a superar os problemas de saúde.


7- Faça ações conjuntas


Se for necessário detalhar algum ponto da consulta e precisar abrir arquivos com resultados de exames anteriores, faça-o diante do paciente, analisando e explicando, por exemplo, como estava sua taxa de glicemia nos últimos seis meses. Estabeleça comparações e explique a necessidade da medicação e a importância de seguir à risca o tratamento recomendado. Com certeza, a taxa de adesão será sempre melhor com esta sistemática!


8- Transmita sigilo e confiança


Todos os dados contidos nas anamneses são confidenciais, de estrito uso do médico e de cada paciente. Portanto, lembre-se de que é importante resguardar com segurança todos estes arquivos, que devem ser devidamente fechados na presença do paciente. Para que ele tenha certeza de que não permanecerão expostos à curiosidade e à indiscrição da vista de terceiros.




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