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Como a indústria farmacêutica pode ajudar médicos com informações?

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Os médicos estão sempre atolados em informação e precisam de novas soluções avançadas, mas apresentam problemas em acompanhar as reformas do segmento da saúde. Pelo menos é o que diz uma pesquisa feita pelo Decision Resource Group.


Para o estudo, o grupo entrevistou quase três mil médicos americanos, descobrindo que, em uma era que valoriza mais os tratamentos qualitativos ao invés de quantitativos, 43% dos profissionais dizem que sua organização está com problemas para entender e bater as metas de valor e qualidade. E analistas acham que isso pode ser uma grande oportunidade para outro grupo: a indústria farmacêutica.


‘’Isso vem diretamente da nossa hipótese em torno da ACA e a atual situação da saúde’’, disse Kelly Pinola, analista digital de saúde do Decision Resource Group. ‘’Eles estão realmente com problemas e achamos que podemos criar uma experiência geral para médicos e pensar em como ajuda-los. A indústria farmacêutica pode realmente começar a integrar os registros eletrônicos de saúde.


Pinola disse que 53% dos médicos reportaram ter dificuldade de administrar o grande volume de informação de diferentes ferramentas de coleta de dados. O que os profissionais precisam, segundo ela, é um maior suporte em seu fluxo de trabalho na forma de integração com a indústria farmacêutica.


Entre visitas de pacientes, 82% dos médicos entrevistados usam registros eletrônicos, mas somente 27% deles usam sites da indústria farmacêutica, mostrando um aumento pela preferência de um fluxo de trabalho integrado. Porém, poucas empresas possuem parcerias com companhias de registros eletrônicos.


‘’Esse é o próximo espaço onde a indústria farmacêutica precisa trabalhar para chegar em um novo fluxo de trabalho’’, conclui o analista do Decision Resource Group. ‘’Como fazer isso ainda deve ser determinado’’.


Médicos querem conteúdos patrocinados pela indústria farmacêutica, descobriu a pesquisa. 85% dos entrevistados disseram que gostariam de acessar informações através de relatórios online ou sites feitos especificamente para profissionais de saúde.


Isso seria especialmente útil durante situações de telemedicina. Enquanto 13% dos médicos que conduzem visitas virtuais gastam mais tempo entrando em sites da indústria farmacêutica em relação aos que não usam a telemedicina, eles ainda não usam estes sites para apoiar decisões clínicas. Isso mostra uma oportunidade perdida para a indústria farmacêutica de fazer uma parceria com vendedores através de conteúdos.


‘’Apenas poucos médicos estão usando visitas virtuais mas, quando fazem, eles estão usando os sites para tomar grandes decisões’’, disse Pinola. ‘’Vimos que 47% desses médicos estão usando este tempo para mudar ou prescrever uma medicação durante visitas virtuais, o que é uma tendência interessante’’.


A análise disse que eles poderiam recomendar empresas farmacêuticas e passar informações para médicos que podem ser disseminadas para os pacientes – material educacional, cupons, serviços de apoio, qualquer coisa que pode integrar o aspecto medicamentoso dos registros eletrônicos.


‘’Não há uma solução simples de como oferecer esses recursos aos médicos, mas é algo que eles deviam começar a planejar’’, disse Arnold. ‘’O problema é que grandes empresas costumam ter problemas em trabalhar em conjunto com a indústria farmacêutica’’.


Fonte: Saúde Business




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