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Como é sua letra, Doutor?

Como é sua letra, Doutor?


A difícil leitura e compreensão de receitas médicas é motivo permanente de reclamações dos pacientes e já foi objeto de várias reportagens em todas as mídias. Os tradicionais “garranchos”, que parecem um código particular só desvendado nas farmácias, muitas vezes provocam dores de cabeça também nos vendedores, que se debruçam sobre o balcão, começando pela especialidade do médico e a sintomatologia do paciente, além de pedir ajuda aos colegas na tentativa de desvendar os mistérios das prescrições escritas à mão. Com os avanços tecnológicos, o socorro começa a aparecer através de alguns aplicativos para colocar, quem sabe, um ponto final (ou minimizar muito) em um problema que pode até ser motivo de chacotas, mas que é sério e já motivou, em dados recentes, uma média assustadora de 7 mil mortes por ano.


Se você percebeu que sua caligrafia não é realmente das melhores, tendo inclusive recebido algumas observações de seus pacientes para escrever em “letra de imprensa”, não fique aborrecido. Se não consegue melhorar a letra e não tem tempo disponível para isto, a tecnologia está aí para te ajudar, seja através da adoção de um aplicativo específico que decifre suas receitas, ou com a utilização de um software de gestão para clínica e consultórios, que, além do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP) e inúmeras outras facilidades que vão ajudar no seu dia a dia, disponibilizam as prescrições impressas para acabar de vez com o problema.


Aplicativo Netfarma Acha


Este software foi lançado em janeiro do ano passado pela Netfarma, maior farmácia on line do Brasil, com o objetivo de facilitar a vida dos pacientes fazendo o reconhecimento de letras pouco legíveis. Disponível para smartphones com sistemas operacionais iOS (Apple) e Android (Google). Ao usuário, basta fotografar a receita com a câmera do smartphone, esperando cerca de algumas horas para que o aplicativo responda o nome do medicamento prescrito.


Uma equipe de 15 farmacêuticos receberá a imagem pela rede, tendo a missão de dar a resposta com o nome e a posologia do remédio. Caso estes profissionais não consigam decifrar a charada, então, o consumidor é orientado para entrar em contato novamente com o médico e relatar sua dificuldade.


Três meses depois, a empresa anunciou um novo estágio e, a partir de um banco de dados e imagens, o programa passou a permitir a leitura automática da prescrição. Segundo o gerente de tecnologia da Netfarma, Rodrigo Machado Gomes, “esse acervo será alimentado pelas receitas dos próprios consumidores, permitindo que nosso algoritmo seja treinado diariamente". Assim que o nome do medicamento prescrito for reconhecido, em ambos os estágios, uma mensagem é disparada para o usuário, trazendo um link com uma oferta do item pesquisado. É onde a empresa sai ganhando.


Além disso, o Netfarma Acha apresenta uma funcionalidade de reconhecimento de embalagens de produtos de beleza e saúde. Para usá-lo, o usuário deve se conectar à rede mundial de computadores e apontar a câmera de um smartphone ou tablet para um código de barras ou para o produto.


 




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