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O informata biomédico

Informática Biomédica


Embora enfrente dificuldades para decolar no mercado de trabalho, torna-se cada vez mais evidente a importância da Informática Biomédica. O profissional desta área, com seus conhecimentos interdisciplinares de computação e biociências, está capacitado para analisar, projetar e implementar soluções computacionais aplicadas às ciências da vida, especialmente Medicina e Biologia, plenamente apto para interagir com profissionais de áreas médicas e biológicas específicas e de participar de equipes de trabalho interdisciplinares.


É ele quem deverá estabelecer a comunicação apropriada entre os dois setores, a fim de permitir que os problemas apresentados por profissionais da saúde, visando sua modelagem computacional, sejam devidamente compreendidos. Será o responsável pelo trabalho de pesquisa e desenvolvimento de sistemas computacionais dirigidos para as aplicações em biociências. Poderá administrar projetos de informatização de centros médicos, desenvolver e implantar sistemas digitais de transmissão e arquivamento de imagens radiológicas e atuar na área de bioinformática, criando aplicativos específicos para auxiliar os estudos em biotecnologia.


O setor ainda não explodiu em termos de educação e abrangência, mas as previsões são de que tenha um crescimento acelerado, a fim de atender uma demanda crescente com relação à informatização da área de biociências. Esta abrange diversas atividades, como a participação ativa em pesquisa médica e biológica, as atividades em empresas farmacêuticas, de biotecnologia e de equipamentos médicos, hospitais e laboratórios de diagnóstico, além de inúmeros setores de gerenciamento e execução de políticas públicas de saúde.


A área de Informática Biomédica cuida do desenvolvimento de softwares e equipamentos eletrônicos para serem empregados nas duas áreas do conhecimento. Cabe a este profissional desenvolver aplicativos objetivando otimizar as tarefas em hospitais, clínicas, centros de saúde, laboratórios de análises clínicas e núcleos de pesquisa. Ao unir seus conhecimentos de Ciência da Computação e Ciências Médicas, será responsável pela criação, aperfeiçoamento e adaptação de equipamentos eletrônicos móveis para a realização de exames, desenvolver e implantar programas para análise de exames laboratoriais e arquivamento de dados sobre os pacientes. Outro campo de atuação é a indústria, onde poderá trabalhar com engenheiros, por exemplo, no desenvolvimento e na manutenção de equipamentos e sistemas de imagem usados na Medicina.


Como este é um caminho em um estágio relativamente inicial de desenvolvimento, torna-se imperativo que haja uma prática médica que utilize de forma efetiva todos os recursos e benefícios que as ferramentas de informática disponibilizam. Sem dúvida, um desafio que se impõe na formação dos acadêmicos e cuja solução, conforme recomendação da Association of American Medical College, dos Estados Unidos, está na inclusão da disciplina de Informática nos currículos. As esperanças de mudanças e melhorias estão a caminho, principalmente com a criação de departamentos de Informática Biomédica.


Os exemplos de frutos do casamento entre as duas áreas se multiplicam, mas existe um longo caminho – sem volta - a percorrer. Para que este Admirável Mundo Novo se torne uma realidade capaz de melhorar cada vez mais a vida das pessoas, é preciso que no curso formal de Medicina a Informática receba a devida atenção por parte das instituições acadêmicas.




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